O esquema que definimos para nos prepararmos para o Caminho, teve por base andar sempre que possível, basicamente aos Sábados, Domingos e Feriados, e nunca menos de 50km. Os finais do dia também eram aproveitados para fazer mais alguns km, em ritmo mais elevado por forma a aproveitar a luz solar.
Com o aproximar da data da partida e com a entrada do Inverno, decidi inscrever-me num Ginásio próximo de casa, onde fazia Spynning, 2/3 vezes e musculação 1/2 vezes por semana. Ao Sábado dava um prémio ao cadáver, corria, fazia spinning, nadava e terminava com um turco. Que maravilha!
O Marco, esse mais habituado a provas de resistência e participações em diversas Maratonas, treinava sempre que possível e juntos elaboravamos o melhor método de treino para os nossos objectivos. Além de treinar e trocar algumas impressões sobre a viagem, aproveitavamos esses momentos para reforçar a amizade. E isso é o que mais queremos.
Embora não seja condição essencial uma excelente preparação física, há que afinar o corpo para uma habituação de uma média de 60/70km diários. Tenho em mim, que a parte psicológica é talvez mais importante que a questão física.

A partir de Novembro o Marco e o Sousa organizaram umas sessões de montanha em Valongo, sempre a subir e com muita pedra, para ficarmos preparados para a parte mais “hard” do caminho.
Com o decorrer dos dias, aumentamos progressivamente as deslocações e fomos mesclando os percursos de estrada com monte. Começamos a percorrer o Caminho Português de Santiago até Braga e regressavamos de comboio. Fiz esta versão várias vezes, mas achei que o regresso era demasiado turístico para um aventureiro. Assim, a partir de Março deste ano, alteramos esse formato, e passamos a ligar Famalicão (Cruz do Pelo) à Póvoa, V. Conde, Labruge, Leça, Matosinhos e Srª Hora (+/- 110 km). Depois ter feito este percurso várias vezes sozinho partilhei-o com o Marco e com o Sousa que adoraram.
É um percurso excelente porque simula na perfeição uma etapa do Caminho. No mesmo percurso tem estrada, caminho rural e vários tipos de dificuldade em montanha e a paisagem é muito bonita.
Pela minha parte, estava tudo perfeito até que, numa sessão de ginásio resolvi exagerar nos treinos de musculação e na máquina de pernas decidi carregar nos pesos e nas séries. Em vez de séries de 20, fiz nesse dia, séries de 40/45. O joelho esquerdo não gostou da experiência. Resultado, com a continuação dos treinos de bicicleta as dores agravaram-se e tive necessidade de recorrer a apoio médico: paragem forçada, muito gelo em cima do dito e não sei se comprometi a peregrinação… espero que não. Esta combinação de joelho de ciclista e cabeça de Iron Man, não resultou muito bem.

Com o aproximar da data da partida e com a entrada do Inverno, decidi inscrever-me num Ginásio próximo de casa, onde fazia Spynning, 2/3 vezes e musculação 1/2 vezes por semana. Ao Sábado dava um prémio ao cadáver, corria, fazia spinning, nadava e terminava com um turco. Que maravilha!
O Marco, esse mais habituado a provas de resistência e participações em diversas Maratonas, treinava sempre que possível e juntos elaboravamos o melhor método de treino para os nossos objectivos. Além de treinar e trocar algumas impressões sobre a viagem, aproveitavamos esses momentos para reforçar a amizade. E isso é o que mais queremos.Embora não seja condição essencial uma excelente preparação física, há que afinar o corpo para uma habituação de uma média de 60/70km diários. Tenho em mim, que a parte psicológica é talvez mais importante que a questão física.

A partir de Novembro o Marco e o Sousa organizaram umas sessões de montanha em Valongo, sempre a subir e com muita pedra, para ficarmos preparados para a parte mais “hard” do caminho.
Com o decorrer dos dias, aumentamos progressivamente as deslocações e fomos mesclando os percursos de estrada com monte. Começamos a percorrer o Caminho Português de Santiago até Braga e regressavamos de comboio. Fiz esta versão várias vezes, mas achei que o regresso era demasiado turístico para um aventureiro. Assim, a partir de Março deste ano, alteramos esse formato, e passamos a ligar Famalicão (Cruz do Pelo) à Póvoa, V. Conde, Labruge, Leça, Matosinhos e Srª Hora (+/- 110 km). Depois ter feito este percurso várias vezes sozinho partilhei-o com o Marco e com o Sousa que adoraram.
É um percurso excelente porque simula na perfeição uma etapa do Caminho. No mesmo percurso tem estrada, caminho rural e vários tipos de dificuldade em montanha e a paisagem é muito bonita.
Pela minha parte, estava tudo perfeito até que, numa sessão de ginásio resolvi exagerar nos treinos de musculação e na máquina de pernas decidi carregar nos pesos e nas séries. Em vez de séries de 20, fiz nesse dia, séries de 40/45. O joelho esquerdo não gostou da experiência. Resultado, com a continuação dos treinos de bicicleta as dores agravaram-se e tive necessidade de recorrer a apoio médico: paragem forçada, muito gelo em cima do dito e não sei se comprometi a peregrinação… espero que não. Esta combinação de joelho de ciclista e cabeça de Iron Man, não resultou muito bem.

Que o Santo esteja connosco...


Um grande abraço para o Amândio e para o Marco.
ResponderEliminarQue "O Santo" vos proteja e nvos dê força. Toda a amizade do Fernando Morais
Força ai estamos convosco, André Marta e Henrique
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